O site da Claro, apresenta uma reportagem datada de março, comentando a respeito das formas encontradas para uma melhor aprendizagem à distância.
A coordenadora Paula Carolei, da pós-graduação de Tecnologias na Aprendizagem, do Senac, passou frases ditas por: Ziraldo, Roberto Marinho, Pierre Lévy e Júlio Filho a respeito do uso da internet, como comunicação.
A atividade consistia no aluno se passar por comunicador ou educador, refletindo e discutindo sobre mídia e educação. Para que o aluno realmente “incorporasse” o comunicador, a Professora usou o jogo RPG, pois este proporciona uma atividade mais lúdica, ativa e eficiente. Após o jogo é que as perguntas e reflexões foram feitas. Importante salientar que o jogo fora usado, para que o aluno vivesse e assimilasse por completo o que estava sendo estudado, não apenas ser um receptor de mensagens, mas participar ativamente da descoberta que a educação à distância proporciona.
A aluna Priscila Leocádio, afirmou que o RPG faz participar mais, devido a essa participação de cada um, saindo do plano tradicional, em que apenas o professor lê, e cada um partindo para a ação. Com o jogo RPG, todos comentam, discutem, contribuindo para o crescimento intelectual. A professora utilizou o jogo devido ao que chama de “elemento fantasia”, pois é esta que conduz ao aluno a experimentar, a descobrir, ao autoconhecimento e aos limites. Diferentemente do conhecimento concreto, em que o aluno já espera as respostas, não precisar trabalhar a mente para buscar as mesmas, pois elas estão prontas.
Para quem desconhece o RPG (Role Playing Game), há um narrador, chamado “mestre”, que direciona a história e julga as ações, atitudes dos personagens do jogo, criados pelos outros jogadores, seguindo as regras combinadas antes mesmo do jogo começar. Resumindo o jogo, é necessário vencer os desafios apresentados por outros personagens e pelo narrador. Não há vencedores no jogo nem duração determinada. Segundo a explicação da professora quanto ao jogo RPG “Cada partida é única e impossível prever seus movimentos durante o jogo. A gente percebe como as coisas são complexas, que toda situação tem muitas variáveis e que ninguém é uma coisa só”.
Eu mesma nunca joguei RPG, mas lendo a respeito posso compará-lo a improvisações teatrais, que é um trabalho que conheço mais. No caso você já tem uma personagem pronta, e os outros atores que ficam de platéia interagem com este que improvisa, fazendo-lhe perguntas e questionamentos, sendo pertinente ou não a vida daquela personagem. Mas o “Mestre” no caso, é o Professor ou quando o aluno se mostra bem preparado, ele mesmo conduz a história.
Tudo está interligado, e tanto o Teatro quanto o RPG, são jogos de mentira mas vividos com verdade!!
Por Ligia Rocha Zeolla Vieira.
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